Uma análise mais humana do Empretec.

Semana passada do dia 15 ao dia 20 eu participei do Empretec em São Leopoldo – RS.
Incrível como um seminário que passa ideia de ser absolutamente simples pode ser tão relevante em nossas vidas.
Digo isso por experiência própria.


E
mbasando: O que é o Empretec?

O EMPRETEC é um seminário que tem por objetivo desenvolver, nos participantes, características de comportamentos empreendedores. O programa foi desenvolvido pela ONU – Organização das Nações Unidas visando o fortalecimento destas características empreendedoras. O participante deverá primeiro identificar seu potencial empreendedor e verificar quais são seus pontos fortes e fracos.

Fonte: SEBRAE – PB
Mais informações: http://empretec.sebrae.com.br


Uma análise humana dos fatos

Devo ser honesto e dizer que achei que as coisas seriam simples, não vi nada de mais na primeira manhã e achei que deveras eu iria participar de um seminário de auto-ajuda.
A partir da tarde as coisas começaram a mudar. Como diziam os facilitadores, o Empretec é um seminário de vivência, de nada adianta você ir participar com a cabeça em sua empresa ou em seu trabalho, vá participar de cabeça limpa e RESPIRE o negócio todo durante a semana.

Foi aí que comecei a pensar naquilo tudo como algo que eu deveria estar imerso, qual não foi minha surpresa quando EU começei a mudar, quando eu começei a sentir as coisas mudando.

Mas tudo bem, ainda era o primeiro dia e talvez fosse melhorar, ou piorar. Isso depende de como você vê as coisas.

As dinâmicas e que de fato começaram a surtir efeito em mim e eu iniciei um processo lento de entender novamente como minha personalidade funcionava.
Muitas são as formas de análise de características empreendedoras e de personalidade vistas durante a semana e é fascinante a forma como as coisas “casam” com você sem que você se dê conta.

Conforme os dias foram passando, fui sentindo as mudanças em mim acontecendo, senti que eu estava começando a entender o significado de tudo aquilo e principalmente me vi submerso num mar de informações a meu respeito que eu não conseguia enxergar (ou fazia de conta que não enxergava).
Fato é que tudo isso veio à tona, como um terremoto, ali, cristalinas e das duas opções que tinha, tomei a que mais me “socou” a cara: Encarei.

E aí que está toda a diferença, AGIR ao invés de REAGIR, tomar as coisas pra si e fazer, ter atitude, pegar as coisas que estão voando em nossa vida, trazer elas pro chão pisar, destrinchar, entender e recolocar no mundo de forma melhor. Aprendi muito sobre isso, sobre AGIR frente a problemas e não REAGIR sem pensar em nada, sem saber como resolver.

Vivi o Empretec da melhor forma que pude, me deixei levar, me deixei entender, abri a oportunidade de ver com meus próprios olhos minhas falhas, defeitos, atitudes, acertos, enfim, pontos positivos e negativos.
Junto a isso, reaprendi o significado de trabalho em equipe, ah, quantos amigos fiz lá, quantas pessoas diferentes, com vivências diferentes mas com muito, mas muito mesmo a me ensinar.
Reaprendi o significado de essência, consegui enxergar muitos de lá a fundo e creio que muitos devem ter a mesma opinião neste ponto.

Uma semana somente e um turbilhão de emoções das mais variadas, que só foram possíveis serem sentidas pela forma com que levei a última semana.
O pior de tudo é que isso nada mais é do que a vida, reclamamos de resultados, fechamos os olhos para nossos problemas e isso leva a que? A sermos fracos, sermos negligentes com nossa própria vivência.

Como diria meu novo amigo e facilitador Denilso, TCHÊ! Não é assim! Estica o elástico!

Estou neste momento escrevendo este texto e relembrando de tudo com um puta frio na barriga porque aproveitei  cada segundo do que aconteceu na última semana e as emoções ainda estão rodopiando na minha cabeça.
Posso dizer com todas as letras que o negócio me fez sentir vivo novamente, vi o mundo de outra forma, como há tempos queria o ver e não conseguia.

Quer saber como é? Só mesmo participando para entender porque infelizmente (ou felizmente) não podemos dizer nada do que acontece lá, somente dar um sorriso de canto de boca e dizer: Vai lá e tira tuas conclusões.

3 dias se passaram, está fazendo falta, ainda está mexendo com tudo, mas foi bom.
Vivência, limites, experiências, amigos, correria, stress, risos, choros, gritos, Empretec é isso, é vida.

Creio que o SEBRAE acertou muito em oferecer esta oportunidade para o Brasil fazendo com que a cada seminário, entrem no mercado empreendedores mais experientes, honestos, inteligentes e humanos.

É isso, de lá ficou as amizades, aquele vazio esquisito no domingo e a vontade e certeza de mudanças.
Quero agradecer, novamente a cada Empreteco da turma do dia 15 ao dia 20 do SEBRAE de São Leopoldo, que todos  nós sejamos vencedores.

EU SOU EMPRETECO!

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Afinal de contas, para que serve seu site?

Batendo um papo pelo GTalk com um cliente, definindo algumas questões sobre o redesign e nova arquitetura de um website da empresa, nos vimos falando sobre comportamento na web.

Começamos algumas definições sobre o funcionamento das redes sociais e formas de se alcançar o visitante e depois de algum tempo estávamos falando sobre comportamento humano?
Dei uma rolada pra cima, e vi a quantidade de termos que utilizamos em meia hora de conversa.
Analytics, ROI, eyetracking, adsense, pageviews, ipod, meu novo termo inventado durante o papo “applestyle” (tudo bem, já existe, mas gostei) entre tantos outros.

Será que é preciso tanta tecnologia para entender de pessoas?
Será que não dá pra falar mais a língua das pessoas e menos a linguagem binária?
Será que você dizer com fotos e textos (bem feitos) o que é seu produto e como ele funciona, não serve pra conseguir uma venda?

Saber o que o público quer, esse é o ponto. As pessoas por mais que pareçam gostar de novidades, elas ainda se atraem com coisas simples, não querem perder seu precioso tempo achando como comprar o seu produto porque ela ainda tem que acessar o Orkut ou Twitter pra falar com os amigos. E essa é a verdade. O interesse maior é no relacionamento, ou você fica navegando em sites de e-commerce só pelo prazer de ver o banner ir de um lado para outro? Eu não.

Aí que muitas vezes o site acaba morrendo na praia, com super-tecnologias (realidade aumentada, videos, sons, botões animados, redes sociais) e o que acontece?

O visitante vai embora porque não entendeu ou não conseguiu visualizar o conteúdo.

Hoje mesmo, minha noiva, que adquiriu um vestido muito bacana em uma loja também muito bacana, me contou que foi ver o site para ver outros modelos e então… não rolou.
O site era maravilhoso, mas pesado às ganhas e ela com muitas coisas a fazer decidiu deixar pra lá.
Na minha opinião, o site deixou de cumprir seu dever de mostrar a ela um vestido mais bacana ainda e jogar na mente dela a vontade de tê-lo.
Logo, ela poderia ir à loja, comprar a peça e o site teria sua tarefa cumprida: Apresentar e vender um produto.

Portanto, a ideia de que sites devem utilizar todos os tipos de parafernalhas é errada.
Use a tecnologia com fins determinados e condizentes.
Profissionais de Internet devem atentar-se a isso. Não queira fazer do site de seu cliente um parque de demonstração de novas modas virtuais. Fale com o cliente, de forma objetiva e entendível e terás mais resultados em seus projetos web.

Então, afinal de contas pergunto: Para que serve seu site? Ele está cumprindo a tarefa de vender seus produtos ou serviços? Respondam aí =)

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Tecnologia x Humanidade

Me pergunto vez ou outra, onde vai parar a tecnologia?

Será que realmente é essa a pergunta.

Como na célebre história de Douglas Adams, O guia do Mochileiro das Galáxias, o que realmente importa não é a resposta, e sim a pergunta.

Don't Panic

Não entre em pânico. E tenha sempre uma toalha com você.

Por isso, se não me falham os pensamentos agora, após algumas cervejas com os amigos, relembrando a infância e as coisas de piá que fazíamos, comecei a me perguntar o porque de tudo isso? O porque de tanta comunicação, será que há alguns anos atrás isso era assim? Será que nossos pais, avós, bisavós, precisavam de toda essa comunicação a qual dispomos hoje?

Tudo bem, os tempos eram outros e a tecnologia avançava lentamente para os nossos padrões atuais, mas mesmo assim, eram felizes, tinham maior qualidade de vida talvez, pois não estavam sujeitos aos males do século XXI, onde o stress acaba sendo a desculpa por todas os nossos mau-humores e decepções.

Vendo isso do ponto de vista atual, fico pensando que fim levará isso tudo, ou que continuidade será dada. Antigamente, nao tínhamos acesso a tanta informação quanto hoje, antigamente, esperávamos o Cid Moreira vir falar com a gente, esperávamos a informação chegar até nós, através de TV, rádio, jornal.

E hoje?

Hoje, a Internet está aí, mostrando os dentes esperando que você simplesmente venha e a veja, pesquise, aprendendo o que bem entender, a qualquer momento.

Eu mesmo, tomei por costume, simplesmente “jogar no Google” tudo que não sei, desde teorias as quais nunca ouvi falar até palavras ou expressões inusitadas as quais dificilmente nos deparamos em nossos hábitos de leitura.

Então, tudo se torna leve, como se tivéssemos à disposição todas as respostas para tudo. Ou então, tudo se torna pesado, excedendo a capacidade que temos de absorver e aí, acabamos perdidos num mar de caracteres, absurdamente organizados pelo Google, registros de nossas falas, crenças, ideias e opiniões ligeiramente catalogadas, indexadas e guardadas por algum serviço de busca qualquer.

Sinceramente, quando cursei técnico em informática na época em que a Internet comercial começava a engatinhar no Brasil, não imaginava que chegaria a esse ponto.

Aí, vendo as coisas como são atualmente, serviços online saindo pelo buraco do ladrão, pessoas sem a mínima ideia do que fazer nas “redes sociais”, levando em consideração que estão lá pelo simples fato de que PRECISAM estar pois todos os seus amigos estão, mostrando intimidades, se abrindo como nunca para o mundo inteiro sem medo de nada, sem medo de repreensão das pessoas, sem medo de mostrar seus “eus”.
Tudo bem, muitos exageram e acaba ficando na cara que estão lá somente para chamar a atenção, mas e então será que não é exatamente isso que querem?

É aí que meu tudo se encosta no título.
A tecnologia acaba sendo a forma encontrada de expressar todo esse eu que cada vez mais encontra-se aflorando e a Internet, por ser o veículo mais solidário à causa de abrir espaço para você ser você mesmo, acabou tornando-se o local de encontro.

Na minha época de guri, ia em festinhas e no dia seguinte tínhamos um papo feral sobre o que fizemos, que garota demos em cima, as besteiras que algum colega falou, etc.

E hoje, a frase é: Essa foto vai pro meu Orkut, preciso Twittar isso, leia o que achei sobre tal coisa no meu blog.

Porra!
Tá tudo mudado mesmo.
Mas creio que no fundo, o que mudou não foi a tecnologia, o que mudou foi a possibilidade de todos aparecerem frente às câmeras e ter seus 1 scrap, 1 tweet ou um post de fama.?

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Outro post

Este é um post de testes. Não deve ser levado a sério =D
Ainda bem que não se destruirá após X segundos.

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First =D

Este é o primeiro post do blog.
A partir de agora I promiss que vou manter esse troço funcionando e vou trazer conteúdo pra cá.

Obrigado a todos. o/

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